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Mostrando postagens de outubro, 2026

Aula 28: Tipos de servidores DNS: Primário, Secundário e Cache

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Na arquitetura de infraestrutura de redes, um servidor DNS pode desempenhar diferentes papéis de acordo com as necessidades de autoridade, desempenho e redundância da organização. A classificação primária de um servidor de nomes define a forma como ele obtém e gerencia os arquivos de Zona — as tabelas que contêm o mapeamento formal de nomes e IPs de determinado domínio. Compreender as diferenças entre Servidores Primários, Secundários e de Cache é essencial para desenhar uma topologia de rede resiliente a falhas. O Servidor DNS Primário (ou Master) é a fonte primária e autoritativa de informações para uma zona DNS. É nele que os arquivos de zona originais são criados, armazenados e editados diretamente pelo administrador de sistemas. Qualquer adição de um novo servidor na rede, alteração de IP ou criação de um subdomínio é feita exclusivamente na base de dados do servidor primário. Por ser o ponto focal de alteração, a integridade do arquivo de zona do servidor primário determina a pr...

Aula 27: Introdução ao serviço DNS (Domain Name System)

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O DNS (Domain Name System) é o serviço de infraestrutura responsável por traduzir nomes de domínios legíveis por humanos (como www.sedu.es.gov.br) em endereços IP numéricos (como 200.137.64.10) compreensíveis pelos computadores e roteadores. Como a arquitetura da internet baseia-se no roteamento de pacotes via endereçamento IP, seria inviável para os usuários memorizarem as sequências numéricas de cada site, servidor de e-mail ou aplicação web que precisam acessar diariamente. O DNS funciona, portanto, como a grande "lista telefônica" do mundo digital. A estrutura do DNS é organizada de forma hierárquica e distribuída mundialmente na forma de uma árvore invertida. No topo dessa hierarquia está o Domínio Raiz, representado por um ponto (.). Logo abaixo do raiz estão os domínios de primeiro nível, conhecidos como TLDs (Top-Level Domains), que se dividem em gTLDs genéricos (como .com, .org, .net) e ccTLDs geográficos referentes a países (como .br para o Brasil, .uk para o Reino...

Aula 26: Operacionalização do serviço DHCP: Alocação dinâmica de IPs

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O protocolo DHCP (Dynamic Host Configuration Protocol) é o serviço responsável por automatizar completamente a entrega de parâmetros de rede em uma infraestrutura corporativa. Sem o DHCP, o administrador de redes teria que configurar manualmente o endereço IP, a máscara de sub-rede, o gateway padrão e os servidores DNS em cada computador, smartphone ou impressora conectado à rede. Essa automação elimina erros humanos comuns, como a digitação incorreta de sub-redes ou a atribuição acidental do mesmo IP a dois dispositivos diferentes (conflito de IP). A comunicação entre o cliente e o servidor DHCP ocorre através de um processo de quatro etapas conhecido pela sigla DORA: Discover, Offer, Request e Acknowledge. Inicialmente, quando uma máquina conecta-se à rede, ela envia uma mensagem de transmissão (Discover) procurando por um servidor DHCP. O servidor responde com uma proposta de configuração (Offer). O cliente então solicita formalmente o uso daquele endereço (Request), e o servidor fi...

Aula 25: Planejamento de endereçamento IP e sub-redes para servidores

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  O planejamento do endereçamento IP é a pedra angular da organização e da segurança de qualquer rede corporativa. Antes de colocar qualquer servidor em produção, o administrador de sistemas deve desenhar um esquema de endereçamento lógico que atenda não apenas às necessidades presentes da empresa, mas que também suporte a expansão futura sem a necessidade de reendereçamentos complexos. Esse planejamento envolve definir blocos de endereços específicos para diferentes categorias de dispositivos, como servidores de banco de dados, servidores web, estações de trabalho e dispositivos de gerenciamento de infraestrutura. A técnica de sub-roteamento, impulsionada pelo notação CIDR (Classless Inter-Domain Routing), permite dividir uma grande rede física em sub-redes lógicas menores e isoladas. Em um ambiente corporativo, isolar servidores em sub-redes distintas das estações de trabalho dos usuários é uma boa prática de segurança fundamental. Essa separação facilita a implementação de regra...

Aula 24: Configuração básica de interfaces de rede em Windows e Linux

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  A configuração das interfaces de rede é o ato de dar "voz" ao servidor. No Linux, a configuração pode ser feita de forma temporária (para testes) ou persistente (que sobrevive ao reboot). Historicamente, utilizava-se o comando ifconfig, mas nas distribuições modernas, o conjunto de ferramentas iproute2 assumiu o comando, com o comando ip addr sendo o padrão para visualizar e configurar endereços. Identificar o nome correto da interface (como eth0, ens33 ou enp0s3) é o primeiro passo técnico essencial. Em servidores Linux modernos baseados em Ubuntu, a configuração persistente é feita através do Netplan, que utiliza arquivos no formato YAML localizados em /etc/netplan/. Nesses arquivos, o administrador define se a interface receberá um IP dinâmico via DHCP ou se terá um IP Estático. Servidores de infraestrutura, como DNS, Web ou Bancos de Dados, devem obrigatoriamente possuir IPs estáticos, garantindo que os clientes sempre saibam onde encontrar o serviço. No ecossistema Win...